A Secretária-geral do Itamaraty, Maria Laura da Rocha, recentemente enfatizou que a lógica de exclusão e estigmatização voltou a ser predominante nas ações da organização. Em um discurso contundente, ela destacou a importância de combater essa tendência e promover uma abordagem mais inclusiva e respeitosa em todas as atividades do Itamaraty.
Maria Laura da Rocha assumiu o cargo de Secretária-geral do Itamaraty em janeiro deste ano, e desde então tem trabalhado incansavelmente para promover uma mudança de mentalidade dentro da organização. Em seu discurso, ela ressaltou que a lógica de exclusão e estigmatização é prejudicial não apenas para aqueles que são alvo dessas práticas, mas também para a própria imagem e credibilidade do Itamaraty.
A Secretária-geral explicou que essa lógica se manifesta de diversas formas, desde a discriminação de gênero e raça até a marginalização de determinados grupos sociais. Ela enfatizou que é responsabilidade do Itamaraty garantir que todas as pessoas sejam tratadas com igualdade e respeito, independentemente de sua origem, gênero, orientação sexual ou qualquer outra característica.
Maria Laura da Rocha também destacou que a lógica de exclusão e estigmatização é contrária aos valores fundamentais da diplomacia brasileira, que preza pela promoção da paz, da justiça e da solidariedade entre os povos. Ela ressaltou que é preciso romper com essa mentalidade e adotar uma abordagem mais inclusiva e humanitária em todas as ações do Itamaraty.
A Secretária-geral enfatizou que essa mudança de mentalidade é urgente e necessária, especialmente em um momento em que o mundo enfrenta desafios cada vez mais complexos e globais. Ela destacou que o Itamaraty tem um papel fundamental na construção de um mundo mais justo e igualitário, e que isso só será possível se a organização adotar uma postura mais inclusiva e respeitosa.
Além disso, Maria Laura da Rocha ressaltou que a lógica de exclusão e estigmatização também afeta a eficiência e eficácia do trabalho do Itamaraty. Ela explicou que, ao excluir determinados grupos e perspectivas, a organização perde a oportunidade de obter uma visão mais ampla e diversificada sobre os assuntos internacionais. Isso pode comprometer a capacidade do Itamaraty de tomar decisões informadas e promover soluções efetivas para os problemas globais.
Diante desse cenário, a Secretária-geral do Itamaraty enfatizou que é preciso agir com urgência para combater a lógica de exclusão e estigmatização. Ela destacou que isso só será possível por meio de uma mudança de cultura dentro da organização, que deve ser promovida por todos os membros, desde os mais altos cargos até os funcionários de base.
Maria Laura da Rocha também ressaltou que o Itamaraty está comprometido em promover a diversidade e a inclusão em todas as suas atividades. Ela destacou que a organização está implementando medidas concretas para garantir que todas as pessoas sejam tratadas com igualdade e respeito, e que suas vozes sejam ouvidas e valorizadas.
Em seu discurso, a Secretária-geral do Itamaraty enfatizou que a lógica de exclusão e estigmatização não tem lugar em uma organização que busca promover a paz e a cooperação entre os povos. Ela ressaltou que é preciso trabalhar juntos para construir um mundo mais justo e igualitário, e que o Itamaraty está comprometido em desempenhar um papel fundamental nesse processo.
Em conclusão, a Secretária-geral do Itamar
