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Sinicon apresenta cinco propostas para alavancar infraestrutura

Agenda lançada por empreiteiras prevê avanço de novas legislações e retomada do financiamento à exportação de serviços de engenharia

A construção e manutenção de infraestruturas é um fator crucial para o desenvolvimento econômico e social de um país. No entanto, nos últimos anos, o cenário tem sido desafiador para o setor de infraestrutura no Brasil. A crise política e econômica, somada à falta de investimentos, fizeram com que muitos projetos fossem paralisados e atrasados.

No entanto, a recente agenda lançada pelas empreiteiras traz uma luz de esperança para a retomada do setor. Com o objetivo de alavancar a infraestrutura do país, as principais empresas do setor se uniram e apresentaram cinco propostas que podem impulsionar o desenvolvimento e modernização do Brasil.

Uma dessas propostas é o avanço de novas legislações que facilitem o processo de licenciamento ambiental e reduzam a burocracia na aprovação de obras e projetos. Atualmente, o processo é extremamente demorado e complicado, o que acaba desestimulando os investimentos. Com a criação de leis mais modernas e eficientes, espera-se uma agilidade no andamento dos projetos e uma maior garantia de segurança jurídica para os investidores.

Além disso, a agenda também prevê a retomada do financiamento à exportação de serviços de engenharia. Com a crise econômica e a operação Lava Jato, muitas construtoras brasileiras tiveram suas atividades paralisadas e perderam sua capacidade de exportação. Com a retomada do financiamento, essas empresas poderão ampliar sua atuação no exterior, gerando mais empregos e receitas para o país.

Outra iniciativa apresentada pela agenda é a criação de um marco regulatório para o setor de saneamento básico. Atualmente, o Brasil enfrenta grandes desafios em relação à infraestrutura para água e esgoto. A criação de uma legislação específica para o setor pode atrair investimentos privados, aumentar a eficiência dos serviços e atender às demandas da população, que ainda sofre com a falta de acesso a água e tratamento de esgoto em muitas regiões do país.

A agenda também propõe a desvinculação dos orçamentos para a construção de estradas de programas sociais, como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Essa medida visa liberar recursos que hoje estão comprometidos com outras áreas, para que sejam direcionados para projetos de infraestrutura. Esse investimento é fundamental para a melhoria da logística do país, que ainda sofre com a falta de estradas adequadas.

Por fim, a última proposta é a criação de uma agência de desenvolvimento da infraestrutura. A ideia é reunir os setores público e privado com o objetivo de incentivar e coordenar investimentos em infraestrutura, como a construção de portos, aeroportos e ferrovias. A agência seria responsável por elaborar planos de longo prazo e atrair investidores para projetos de grande escala, que demandam altos valores de investimento.

Com essas cinco propostas, as empreiteiras buscam aumentar a competitividade do Brasil no mercado mundial, aprimorar a infraestrutura do país e, consequentemente, impulsionar o crescimento econômico. E para garantir o sucesso dessas iniciativas, é fundamental que haja um maior engajamento do governo e a atuação conjunta dos diversos setores da sociedade.

É importante ressaltar que a agenda lançada pelas empreiteiras não busca apenas soluções para o setor de infraestrutura, mas também promove uma mudança cultural em relação à forma como

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