De acordo com um recente comunicado divulgado pela China Central Television, homens chineses afirmaram ter assinado contratos de forma voluntária para se unirem às forças armadas do país, sem qualquer envolvimento ou pressão do governo chinês. Eles também garantiram que não participaram de ações letais durante os combates.
Esses homens, que foram chamados de “freelancers” pelo porta-voz do Ministério da Defesa chinês, afirmaram ter se juntado às forças armadas com o objetivo de aprimorar suas habilidades e adquirir experiência no campo da segurança nacional. O porta-voz também enfatizou que esses homens foram recompensados com remunerações e benefícios adequados, de acordo com as normas e regulamentos do país.
Este anúncio veio como resposta a alegações feitas por alguns meios de comunicação internacionais de que a China estaria obrigando seus cidadãos a se voluntariarem para as forças armadas. No entanto, o comunicado deixou claro que a participação desses homens é totalmente voluntária e não há nenhuma coerção por parte do governo chinês.
Um desses “freelancers”, que preferiu manter sua identidade em sigilo, disse à imprensa que decidiu se unir às forças armadas por conta própria, pois sempre teve interesse em trabalhar na área de segurança e defesa. Ele afirmou que recebeu treinamento de alta qualidade e teve a oportunidade de trabalhar em equipe com outros soldados experientes.
Além disso, o comunicado enfatizou que esses homens não participaram de nenhum combate de alto risco ou ações letais e estão envolvidos principalmente em tarefas de construção e logística. Isso reforça o compromisso da China em promover a paz e manter o equilíbrio na região, sem se envolver em conflitos armados.
Este movimento da China de recrutar voluntários para as forças armadas não é algo novo. Nos últimos anos, o país tem promovido iniciativas para incentivar seus cidadãos a ingressar nas forças armadas de forma voluntária, oferecendo benefícios e oportunidades de desenvolvimento profissional. Isso também é visto como uma forma de aumentar o patriotismo e o senso de responsabilidade cívica entre os cidadãos.
A participação desses “freelancers” nas forças armadas chinesas também é vista como uma forma de diversificar as habilidades e experiências das tropas, trazendo novas perspectivas e conhecimentos para as operações militares. Além disso, esses homens também são incentivados a continuar trabalhando em seus campos profissionais ao mesmo tempo em que servem nas forças armadas.
Em conclusão, é importante esclarecer que a China não está forçando seus cidadãos a se unirem às forças armadas. Os homens que se voluntariam são tratados com respeito e garantidos de seus direitos e benefícios. Sua participação é uma decisão pessoal que visa contribuir com a segurança e estabilidade do país. Eles são um exemplo de cidadãos comprometidos com o bem-estar de sua nação e que estão dispostos a se esforçar para torná-la mais forte e próspera.
