O governo de um país recentemente anunciou seu compromisso em continuar com seu programa de privatizações, visando avançar com 41 ativos estratégicos até 2026. Álvaro Fernão, responsável máximo do Instituto de Gestão de Ativos e Participações do Estado (IGAPE), explicou em uma entrevista ao Diário de Negócios (DBA) o que está em jogo e quais são os benefícios esperados dessa iniciativa.
O programa de privatizações, que já está em andamento, tem como objetivo principal reduzir a presença do Estado na economia e atrair investimentos estrangeiros para impulsionar o crescimento e a competitividade do país. Desde o início do programa, em 2019, já foram privatizadas 24 empresas, gerando um total de 1,2 bilhão de euros em receitas para o Estado.
Segundo Álvaro Fernão, o programa de privatizações é uma oportunidade única para o país atrair investidores e aumentar a eficiência das empresas estatais. Ele afirma que a privatização dessas empresas estratégicas permitirá que elas se tornem mais competitivas e inovadoras, gerando mais empregos e aumentando a produtividade do país.
O responsável máximo do IGAPE destacou que a escolha dos 41 ativos estratégicos a serem privatizados foi feita com base em critérios rigorosos, levando em consideração a importância dessas empresas para a economia do país e o potencial de atração de investimentos. Entre os setores contemplados estão o energético, de transportes, comunicações, turismo e serviços públicos.
Além disso, o governo está trabalhando para garantir que o processo de privatização seja transparente e justo. Para isso, foram estabelecidas regras claras e objetivas, que serão seguidas rigorosamente em todas as etapas do processo. Os investidores interessados em adquirir esses ativos terão acesso a informações detalhadas sobre as empresas e serão avaliados com base em sua capacidade financeira e experiência no setor.
Álvaro Fernão ressaltou ainda que a privatização desses ativos não significa a perda do controle do Estado sobre essas empresas. Pelo contrário, o governo manterá uma participação minoritária em todas elas, garantindo que os interesses do país sejam preservados e que as empresas continuem a contribuir para o desenvolvimento econômico.
O programa de privatizações também tem como objetivo reduzir a dívida pública do país, que atualmente está em níveis preocupantes. Com as receitas geradas pelas privatizações, o governo poderá investir em áreas prioritárias, como saúde, educação e infraestrutura, além de reduzir os encargos da dívida e melhorar a situação fiscal do país.
Para Álvaro Fernão, a privatização desses ativos é uma oportunidade única para o país se modernizar e se tornar mais competitivo no cenário internacional. Ele acredita que, com a entrada de investidores privados, essas empresas poderão se expandir e se tornar referências em seus setores, gerando mais riqueza e empregos para a população.
O governo está empenhado em garantir o sucesso do programa de privatizações e já está trabalhando em parceria com instituições financeiras internacionais para divulgar o programa e atrair investidores de todo o mundo. Além disso, o país tem se destacado pela estabilidade política e econômica, o que aumenta a confiança dos investidores em relação ao futuro do país.
Em suma, o país está seguindo em frente com seu programa de privatizações e avançará com 41 ativos estratégicos até 2026. Com uma gestão transparente e criteriosa, o governo espera atrair investimentos e modernizar suas empresas estatais, gerando benefícios para a
