O Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) tem desempenhado um papel fundamental no combate à burocracia em Portugal. Com o objetivo de simplificar procedimentos e modernizar sistemas, o IMT tem investido cerca de 2,5 milhões de euros em digitalização. No entanto, o presidente do IMT, João Jesus Caetano, alerta que esta mudança não pode ser feita apenas pelo instituto, mas também requer a participação das empresas e uma revisão do enquadramento legal e regulamentar.
Em entrevista ao Jornal Económico e à TSF, em apenas 5 minutos, João Jesus Caetano explicou que a simplificação de procedimentos passa por retirar do processo tudo o que não é relevante, tornando-o mais eficiente e menos moroso. E a digitalização é um passo crucial para alcançar esse objetivo. No entanto, o presidente do IMT ressalta que este processo não pode ser feito de forma isolada pelo instituto, mas requer a colaboração das empresas e uma revisão das leis e regulamentos.
A aposta do IMT na digitalização e simplificação de procedimentos já está a dar frutos. Desde o início de 2021, a realização de serviços online tem aumentado significativamente, com mais de 1,5 milhões de pedidos feitos através do portal do IMT. Este número representa um aumento de 50% em relação ao mesmo período do ano passado. Esta é uma prova de que os cidadãos e empresas estão a aderir à digitalização dos serviços, tornando os processos mais rápidos e mais eficientes.
No entanto, para que esta mudança seja ainda mais efetiva, é necessário que as empresas acompanhem o mesmo ritmo, modernizando-se e aderindo à digitalização dos seus próprios processos. A desmaterialização é um passo essencial para agilizar e simplificar os procedimentos, trazendo vantagens tanto para as empresas como para os cidadãos.
Além disso, o presidente do IMT salienta a importância de uma revisão do enquadramento legal e regulamentar para retirar os entraves burocráticos desnecessários. Esta é uma tarefa que requer a colaboração de várias entidades e instâncias governamentais, mas é fundamental para tornar Portugal um país mais competitivo e atrativo para investimentos.
O combate à burocracia é uma prioridade para o IMT, que tem vindo a trabalhar em estreita colaboração com outras entidades, como o Ministério das Infraestruturas e Habitação, para encontrar soluções que tornem os processos mais simples e eficientes. E os resultados já estão à vista, com a implementação de novas medidas e a disponibilização de mais serviços online, tornando a relação entre o cidadão e o estado mais ágil e menos burocrática.
Para João Jesus Caetano, este é um processo em constante evolução e que requer a colaboração de todos. O IMT está determinado em continuar a investir na digitalização e simplificação de procedimentos, mas é também necessário que as empresas se modernizem e que o enquadramento legal e regulamentar seja revisto e atualizado. Juntos, podemos tornar Portugal um país mais eficiente e competitivo, com menos entraves burocráticos e mais facilidade no acesso a serviços.
Em conclusão, o IMT está a liderar o combate à burocracia em Portugal, investindo em digitalização e simplificação de procedimentos. No entanto, é necessário que as empresas acompanhem esta mudança e que seja feita uma revisão do enquadramento legal e regulamentar. Com esforços conjuntos, podemos criar um país mais moderno, eficiente e atrativo para investimentos. O caminho para uma burocracia mais simples e eficiente já está traçado, e o IMT está a liderar este processo em prol do desenvolvimento de Portugal.
