A Associação Industrial Portuguesa (AIP) revelou recentemente, através de um comunicado, que 80% das empresas que receberam vouchers do governo para ajudar na retoma económica integram-se no comércio a retalho, restaurantes, serviços pessoais, agências de viagens e oficinas de reparação automóvel. Além disso, foi divulgado que as regiões de Lisboa, Sintra, Cascais e Vila Franca de Xira concentram 57% das empresas beneficiárias e que 69% delas têm um volume de negócios até 500 mil euros.
Esta notícia é extremamente positiva e mostra que as medidas tomadas pelo governo estão a ter um impacto significativo na recuperação da economia portuguesa. Os vouchers, que foram disponibilizados através do Programa de Estabilização Económica e Social (PEES), têm como objetivo ajudar as empresas a enfrentar os desafios económicos causados pela pandemia de COVID-19.
É encorajador ver que a maioria das empresas que receberam os vouchers estão nos setores mais afetados pela crise, como o comércio a retalho, restaurantes e serviços pessoais. Estes setores foram forçados a encerrar ou a reduzir drasticamente as suas atividades durante o período de confinamento, o que resultou em perdas significativas de receitas. Com a ajuda do governo, estas empresas têm agora uma oportunidade de recuperar e continuar a contribuir para a economia do país.
Além disso, é importante destacar que as regiões de Lisboa, Sintra, Cascais e Vila Franca de Xira foram as mais beneficiadas com os vouchers. Estas são áreas com uma forte atividade económica e onde se concentram muitas empresas, especialmente no setor do turismo. Com a retoma gradual das viagens e do turismo, é esperado que estas empresas consigam recuperar e continuar a gerar empregos e renda para a região.
Outro dado relevante divulgado pela AIP é que a maioria das empresas beneficiárias tem um volume de negócios até 500 mil euros. Isto mostra que os vouchers estão a chegar às empresas de pequeno e médio porte, que são as mais afetadas pela crise e que muitas vezes não têm a mesma capacidade financeira que as grandes empresas para enfrentar estes desafios. Com esta ajuda, estas empresas têm agora a oportunidade de se manterem a funcionar e de contribuírem para a recuperação económica do país.
É importante destacar que os vouchers não são um apoio direto às empresas, mas sim um incentivo ao consumo. Os consumidores que receberam os vouchers podem utilizá-los em estabelecimentos aderentes, o que ajuda a dinamizar a economia local e a apoiar as empresas que estão a passar por dificuldades. Esta é uma forma de todos contribuírem para a recuperação económica do país.
A AIP também ressaltou que, até ao momento, já foram atribuídos mais de 10 milhões de euros em vouchers, o que demonstra a importância desta medida para a economia portuguesa. Além disso, a associação acredita que ainda há espaço para mais empresas se candidatarem e receberem os vouchers, o que pode ajudar a impulsionar ainda mais a retoma económica.
Em suma, a notícia divulgada pela AIP é extremamente positiva e mostra que as medidas tomadas pelo governo estão a ter um impacto significativo na recuperação da economia portuguesa. Os vouchers estão a ajudar as empresas mais afetadas pela crise a recuperarem e a continuarem a contribuir para o desenvolvimento do país. É importante que todos continuemos a apoiar as empresas locais e a consumir de forma responsável, para que juntos possamos superar esta crise e construir um futuro mais próspero para Portugal.




