Tagliaferro alega ter documentos e trocas de mensagens preservadas da época em que foi auxiliar de Moraes na Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação no TSE, durante o período eleitoral de 2022. O advogado e cientista político, que trabalhou como assessor especial do então presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, afirma ter em seu poder provas que podem ser cruciais para investigações sobre a disseminação de notícias falsas durante as eleições.
A atuação de Tagliaferro na Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação no TSE foi fundamental para o combate às fake news nas eleições de 2022. Ele foi responsável por coordenar uma equipe de profissionais especializados em tecnologia e comunicação, que trabalharam incansavelmente para identificar e desmentir informações falsas que circulavam nas redes sociais e em outros meios de comunicação.
Durante sua atuação, Tagliaferro teve acesso a diversas informações e trocas de mensagens que podem ser consideradas como provas de crimes eleitorais, como a compra de pacotes de disparo em massa de mensagens pelo WhatsApp. O advogado afirma que, mesmo após o término do período eleitoral, ele manteve essas provas em seu poder para garantir que a justiça seja feita e os responsáveis sejam punidos.
Segundo Tagliaferro, a intenção de preservar esses documentos e mensagens é garantir a transparência e a lisura do processo eleitoral. Ele acredita que é fundamental que essas provas sejam levadas em consideração em futuras investigações, para que se possa entender a dimensão da disseminação de informações falsas e a influência que elas tiveram no resultado das eleições.
Além disso, o advogado ressalta que sua atuação na Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação no TSE foi pautada pela ética e pelo compromisso com a democracia. Ele afirma que sempre agiu dentro da legalidade e que sua intenção é contribuir para que a verdade prevaleça em qualquer processo eleitoral.
As ações de Tagliaferro e sua equipe foram fundamentais para garantir a lisura e a transparência das eleições de 2022. As fake news são uma ameaça real para a democracia e é preciso que medidas sejam tomadas para combatê-las. A atuação da Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação no TSE foi um passo importante nesse sentido e os documentos e mensagens preservados por Tagliaferro podem ser uma peça-chave para punir os responsáveis por disseminar informações falsas.
É importante ressaltar que as fake news não são apenas uma questão política, mas também uma questão de segurança pública. A disseminação de informações falsas pode causar danos irreparáveis à sociedade, como a incitação ao ódio e à violência. Por isso, é fundamental que medidas sejam tomadas para coibir esse tipo de prática.
Tagliaferro alega ter preservado esses documentos e mensagens não apenas por uma questão de justiça e transparência, mas também para evitar que esse tipo de prática se repita em futuras eleições. Ele acredita que é preciso que sejam adotadas medidas efetivas para combater as fake news, como a criação de leis mais rigorosas e o fortalecimento de órgãos responsáveis por fiscalizar e punir quem dissemina informações falsas.
Em um momento em que a desinformação é uma ameaça real para a democracia, é fundamental que a sociedade se una para combater esse mal. A atuação de Tagliaferro e sua equipe na Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação no TSE




