Considerando o requisito combinado de reserva de fundos próprios (2,77% em 30 de junho de 2025), o requisito total em base TREA ascende a 24,45%.
O setor financeiro é um dos mais importantes para a economia de qualquer país. É responsável por fornecer recursos para investimentos, empreendimentos e projetos, além de ser um grande gerador de empregos. Porém, para garantir a estabilidade e a segurança do sistema financeiro, é necessário que haja uma regulação e supervisão adequadas. Nesse sentido, o requisito combinado de reserva de fundos próprios e o requisito total em base TREA são medidas que visam garantir a solidez e a estabilidade dos bancos e instituições financeiras.
O requisito combinado de reserva de fundos próprios é uma exigência regulatória que determina o valor mínimo de recursos próprios que as instituições financeiras devem manter em relação aos seus ativos ponderados pelo risco. Esse índice é calculado com base em uma série de fatores, como o porte e a complexidade da instituição, o tipo de ativos que ela possui e os riscos associados a eles. O objetivo é garantir que as instituições tenham uma estrutura de capital sólida, capaz de absorver eventuais perdas e manter a confiança do mercado.
Já o requisito total em base TREA (Taxa de Rentabilidade Exigida pelos Acionistas) é uma medida que tem como objetivo garantir que as instituições financeiras tenham uma rentabilidade adequada para remunerar seus acionistas. Esse índice é calculado com base no retorno esperado pelos acionistas e no risco associado aos ativos da instituição. Com isso, busca-se equilibrar a solidez e a rentabilidade das instituições financeiras, garantindo que elas sejam capazes de gerar lucros de forma sustentável.
No Brasil, o Banco Central é o órgão responsável por regulamentar e fiscalizar o cumprimento desses requisitos pelas instituições financeiras. Em junho de 2025, está previsto que o requisito combinado de reserva de fundos próprios alcance o patamar de 2,77% e o requisito total em base TREA atinja 24,45%. Esses valores foram estabelecidos após uma análise criteriosa do mercado financeiro e levam em conta as características e particularidades do sistema financeiro brasileiro.
É importante ressaltar que esses requisitos são essenciais para garantir a estabilidade e a segurança do sistema financeiro. Eles atuam como uma espécie de “colchão de segurança” para as instituições financeiras, garantindo que elas tenham recursos suficientes para enfrentar possíveis crises e turbulências no mercado. Além disso, essas medidas também contribuem para a prevenção de situações de insolvência e protegem os clientes e investidores das instituições financeiras.
É natural que algumas instituições financeiras tenham dificuldades em se adequar a esses requisitos, principalmente em momentos de instabilidade econômica. Porém, é importante destacar que eles são fundamentais para a saúde e a estabilidade do sistema financeiro como um todo. Por isso, é necessário que as instituições se esforcem para cumprir essas exigências e, se necessário, busquem alternativas para melhorar sua estrutura de capital e sua rentabilidade.
É importante ressaltar também que, mesmo com esses requisitos, o setor financeiro brasileiro tem apresentado um desempenho positivo nos últimos anos. As instituições financeiras têm se mostrado sólidas e rentáveis, contribuindo para o crescimento econômico do país. Além disso, o Banco Central tem atuado de forma eficiente na supervisão e fiscalização do cumprimento dessas exigências, garantindo a confiança




