No próximo dia 24 de novembro, a Associação Portuguesa de Desportos, mais conhecida como Portuguesa, realizará uma eleição que definirá 40 novos conselheiros para o seu Conselho Deliberativo. O pleito promete ser acirrado, com a disputa entre dois grupos: “Lealdade” e “Lusa Grande”. Essa eleição é de extrema importância para o futuro do clube e pode ser considerada como um marco para a sua reestruturação.
A Portuguesa é um clube tradicional do futebol brasileiro, fundado em 1920 por imigrantes portugueses. Ao longo de sua história, a Lusa conquistou títulos importantes, como o Campeonato Brasileiro da Série B em 2011 e o Campeonato Paulista em 1935 e 1973. Porém, nos últimos anos, o clube vem enfrentando uma série de problemas financeiros e administrativos, que culminaram em seu rebaixamento para a Série D do Campeonato Brasileiro em 2016.
Diante desse cenário, a eleição do Conselho Deliberativo se torna ainda mais relevante. O órgão é responsável por tomar decisões importantes para o futuro do clube, como a escolha do presidente e a definição de estratégias para a gestão. Por isso, é fundamental que os novos conselheiros sejam pessoas comprometidas e capacitadas para ajudar a Portuguesa a se reerguer.
A chapa “Lealdade” é encabeçada pelo atual presidente do Conselho Deliberativo, Alexandre Barros, que busca a reeleição. O grupo é formado por conselheiros que já atuam no clube há alguns anos e que acreditam na continuidade do trabalho que vem sendo realizado. Já a chapa “Lusa Grande” é liderada por Marcelo Barros, filho do ex-presidente da Lusa, Manuel da Lupa. O grupo é composto por conselheiros que defendem uma mudança na gestão do clube e prometem uma administração mais transparente e profissional.
Ambas as chapas possuem propostas e ideias interessantes para o futuro da Portuguesa. Porém, o mais importante é que os conselheiros eleitos tenham como principal objetivo o bem do clube e trabalhem em conjunto para alcançar esse objetivo. É preciso deixar de lado as diferenças e unir forças em prol da Lusa.
Além disso, é fundamental que os torcedores compareçam em peso para votar e escolher os novos conselheiros. A participação da torcida é essencial para fortalecer o clube e mostrar que a Portuguesa ainda tem um grande número de apaixonados que acreditam em sua recuperação.
A eleição do Conselho Deliberativo é apenas o primeiro passo para a reestruturação da Portuguesa. É preciso que os novos conselheiros trabalhem em conjunto com a diretoria e a torcida para colocar o clube novamente nos trilhos. A Lusa tem um grande potencial e uma história de luta e superação, e com a união de todos, pode voltar a brilhar nos gramados.
Portanto, é hora de deixar as diferenças de lado e pensar no bem maior, que é a Portuguesa. A eleição do Conselho Deliberativo é uma oportunidade para o clube dar um novo passo em direção ao seu ressurgimento. Que os novos conselheiros sejam escolhidos com sabedoria e que trabalhem com dedicação e comprometimento para fazer a Lusa grande novamente. Afinal, a Portuguesa é muito mais do que um clube, é uma paixão que deve ser preservada e valorizada por todos. Vamos juntos, torcedores e conselheiros, fazer a Lusa brilhar novamente!

