O segundo dia da greve nacional dos petroleiros foi marcado pela adesão de novas unidades, ampliando ainda mais a força desse movimento que luta pelos direitos e interesses da categoria. Diversas unidades em diferentes estados do Brasil aderiram à greve, demonstrando a união e a determinação dos trabalhadores de lutar por uma distribuição justa da riqueza gerada pela Petrobras.
No Rio Grande do Sul, a Refinaria Alberto Pasqualini (Refap) foi uma das unidades que se uniu à greve, mostrando a importância dessa mobilização em nível nacional. No Ceará, a adesão foi ainda maior, com trabalhadores de unidades como a Fábrica de Lubrificantes do Nordeste (Lubnor), a Termoceará e o terminal de Macuripe também se juntando ao movimento.
A Federação Única dos Petroleiros (FUP) informou que no Rio Grande do Norte, os trabalhadores da Usina Termelétrica do Vale do Açu aderiram à greve nesta terça-feira, assim como os médicos do setor de Saúde, Meio Ambiente e Segurança (SMS) da empresa. Além disso, também houve reforço na Bahia, com a adesão dos trabalhadores da Usina de Biodisel de Candeias e de diversas unidades da Bacia de Campos, no norte fluminense. Já são 22 plataformas entregues às equipes de contingência, evidenciando a força e a unidade dos petroleiros nessa luta.
O movimento grevista segue por tempo indeterminado em todo o Brasil, até que a direção da Petrobras apresente uma nova contraproposta de Acordo Coletivo de Trabalho que atenda às demandas da categoria. E quais são essas demandas? São três eixos principais: a distribuição justa da riqueza gerada, o fim dos equacionamentos da Petros e o reconhecimento da Pauta pelo Brasil Soberano, com a suspensão das privatizações e das demissões na área de Exploração e Produção.
É importante ressaltar que a greve dos petroleiros é justa e legítima, e tem causas muito bem fundamentadas. A distribuição de riqueza gerada pela Petrobras precisa ser feita de forma mais justa, de modo que os trabalhadores que estão na linha de frente da produção também possam colher os frutos desse esforço. Além disso, é fundamental que os equacionamentos da Petros sejam revistos, pois afetam diretamente a vida dos petroleiros, que contribuem fielmente para esse fundo de pensão.
Outro ponto crucial da Pauta pelo Brasil Soberano é a suspensão das privatizações e das demissões na área de Exploração e Produção. A Petrobras é uma empresa estatal, que tem um papel fundamental no desenvolvimento econômico e social do país. É preciso preservar essa empresa, garantindo que ela continue a atuar em benefício do povo brasileiro.
É importante destacar também que os petroleiros não estão apenas lutando por seus próprios interesses, mas sim pelo bem da sociedade como um todo. A Petrobras é responsável por uma parte significativa da economia brasileira, e uma ameaça de privatização ou de demissões em massa pode trazer consequências negativas para todo o país.
É por isso que é tão importante o apoio da população à greve dos petroleiros. É necessário que a sociedade entenda que essa luta é por um bem comum, e que todos sairão ganhando se a Petrobras continuar sendo uma empresa forte e estatal, que prioriza o desenvolvimento do Brasil e o bem-estar de sua população.
Infelizmente, até o momento, a Petrobras não se manifestou sobre a greve dos petroleiros. Mas acreditamos que, diante

