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Dólar fecha em R$ 5,16 e atinge menor valor em 20 meses

Com a política tarifária do presidente Donald Trump sendo motivo de preocupação para os investidores, o dólar apresentou mais uma queda e fechou no seu menor valor em 20 meses. A bolsa de valores também foi afetada, iniciando o dia em alta, mas revertendo sua trajetória e encerrando em queda, influenciada pelo mercado externo.

O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (23) vendido a R$ 5,169, com uma queda de R$ 0,007 (-0,14%). Apesar de ter iniciado o dia em alta, chegando a ser cotado a R$ 5,19 pouco antes das 9h30, a moeda recuou no fim da manhã, seguindo a tendência do mercado internacional.

Essa queda do dólar é a maior registrada desde o dia 28 de maio de 2024, quando a moeda estava cotada a R$ 5,15. No acumulado do mês de fevereiro, o dólar já apresenta uma queda de 1,51% e, no ano, a queda é de 5,83%. Esses números mostram que o dólar está em seu menor valor desde 2024 e que o mercado está respondendo positivamente às ações do governo.

Outro fator importante a ser mencionado é a liberação de R$ 1,4 bilhão pelo INSS pela Justiça, o que pode beneficiar muitos brasileiros. Além disso, a Unesco divulgou um relatório alertando sobre os possíveis impactos da inteligência artificial na indústria musical, o que pode gerar até 24% de perda de receitas. Esses assuntos, somados ao Feirão que reúne empresas para negociação de dívidas dos consumidores, mostram que o mercado está aquecido e em constante evolução.

O mercado de ações também teve um dia volátil, com o índice Ibovespa, da B3, fechando aos 188.853 pontos, uma queda de 0,88%. Apesar de ter iniciado o dia em alta, com um aumento de 0,23% às 11h57, o indicador acabou caindo à tarde, influenciado pelas ações de bancos e seguindo a tendência das bolsas de Nova York.

As incertezas em relação à imposição de tarifas pelo presidente Donald Trump geraram oscilações no mercado. Inicialmente, o dólar apresentou alta devido à compra de moeda por importadores, aproveitando a cotação mais baixa da sexta-feira (20). No entanto, com a abertura do mercado nos Estados Unidos e o fluxo de capitais para países emergentes, como o Brasil, a tendência se inverteu.

Em relação à bolsa, houve um movimento de realização de lucros, principalmente nas ações de bancos, após o recorde registrado na sexta-feira. Além disso, a correção nas bolsas dos Estados Unidos nesta segunda-feira também influenciou o mercado de ações em todo o mundo.

No entanto, as ações de petroleiras apresentaram uma alta significativa, influenciadas pelo aumento da cotação do petróleo no mercado internacional. Isso se deve ao aumento das tensões entre os Estados Unidos e o Irã, com o presidente Trump ameaçando o país asiático com uma possível ação militar de maior escala.

É importante ressaltar que, apesar das oscilações e incertezas do mercado, o Brasil tem apresentado um cenário positivo. As ações do governo têm contribuído para a estabilidade econômica e atraído investidores estrangeiros. Além disso, a economia do país está em constante crescimento, com a retomada de setores importantes, como a indústria e o agronegócio.

Com isso, podemos concluir que o cenário econômico do Brasil é promissor e tem grandes chances de continuar evoluindo.

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