De acordo com uma nota publicada hoje na página oficial do Ministério Público, o Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) acusou, a 16 de julho, três pessoas singulares e uma pessoa coletiva pela prática de burla qualificada. Entre os acusados encontram-se dois advogados e a Associação Coleção Berardo.
Este é um importante passo no combate à corrupção e à fraude em Portugal, demonstrando a atuação ativa e eficiente do DCIAP na sua missão de investigação e acusação de crimes económicos e financeiros.
A acusação decorre de um longo e meticuloso trabalho de investigação, no âmbito do processo designado “Operação Labirinto”, que teve início em 2015 e centrou-se nas atividades da Coleção Berardo e de várias entidades a ela associadas.
A nota divulgada refere que os arguidos terão praticado factos que se enquadram no crime de burla qualificada, previsto e punido pelo Código Penal com uma pena de prisão que pode ir até aos 10 anos. Esta acusação resulta de um processo complexo e detalhado de recolha de provas e análise de indícios, demonstrando a determinação do DCIAP em levar a cabo uma investigação completa e rigorosa.
O DCIAP tem desempenhado um papel fundamental na luta contra a criminalidade económica e financeira em Portugal, sendo responsável por investigar casos que envolvem grandes quantidades de dinheiro e que afetam a estabilidade e o bom funcionamento da economia e da sociedade portuguesa.
Esta acusação é mais uma prova da eficácia e do compromisso do DCIAP em combater a corrupção e a fraude, garantindo a justiça e a proteção dos cidadãos e do Estado. É uma mensagem clara de que todos os envolvidos em atos ilícitos serão investigados e responsabilizados pelas suas ações.
É importante salientar que a presunção de inocência é um pilar fundamental do sistema jurídico português e todos os arguidos terão direito a um julgamento justo e imparcial. A acusação agora anunciada é apenas o primeiro passo de um processo judicial que certamente será conduzido com a máxima imparcialidade e rigor.
A sociedade portuguesa tem assistido, nos últimos anos, a um aumento preocupante de casos de corrupção e burla. No entanto, a atuação do DCIAP tem sido fundamental na investigação destes crimes e na garantia da aplicação da lei. A justiça é o pilar fundamental da democracia e é através dela que se garante a proteção dos direitos e interesses de todos os cidadãos.
É importante que todos os casos de corrupção e burla sejam investigados e julgados com celeridade e transparência, para que sejam efetivamente punidos e não voltem a ocorrer no futuro. Os bons resultados obtidos pelo DCIAP são um sinal de que a justiça em Portugal está a funcionar e de que os cidadãos podem confiar nas instituições do Estado.
Esperamos que esta acusação seja um exemplo e um aviso para todos aqueles que tentam obter lucros ilícitos em prejuízo dos cidadãos e do país. O DCIAP continua a trabalhar com dedicação e determinação na investigação de outros casos semelhantes, garantindo que a justiça é feita e que a lei é cumprida.
O Ministério Público e o DCIAP merecem o nosso reconhecimento e agradecimento pelo seu trabalho incansável na defesa dos interesses do país e dos cidadãos portugueses. Acreditamos que este caso, assim como os outros que têm sido investigados e julgados,




