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Ordem dos Advogados propõe criação de Plano Nacional de Emergência Jurídica por causa das tempestades

Ordem dos Advogados propõe criação de Plano Nacional de Emergência Jurídica por causa das tempestades
A Ordem dos Advogados de Portugal, representante dos mais de 30 mil advogados do país, dirigiu um especial agradecimento ao Governo, ao Ministério da Justiça e aos autarcas dos municípios abrangidos pelas recentes catástrofes e calamidades que assolaram o país. Em comunicado oficial, a Ordem destacou a importância da atuação conjunta entre as entidades governamentais e os profissionais do Direito em momentos de crise. Agradecer é um ato nobre e, neste caso, é também uma forma de reconhecimento pelo empenho e dedicação de todos os envolvidos na assistência às vítimas das tragédias que ocorreram em Portugal nos últimos tempos. A Ordem dos Advogados reconhece a importância do trabalho do Governo, do Ministério da Justiça e dos autarcas dos municípios afetados, que não mediram esforços para garantir a segurança e o bem-estar da população em situações de extrema urgência. Além disso, a Ordem dos Advogados mantém sobre a mesa a proposta de criação de um Plano Nacional de Emergência Jurídica, que considera essencial para assegurar uma rede estruturada de apoio jurídico às vítimas em situações de catástrofe e calamidade. Este plano tem como objetivo principal garantir que as vítimas tenham acesso à justiça e aos seus direitos, mesmo em momentos de crise, onde muitas vezes as estruturas judiciárias podem estar comprometidas. É importante ressaltar que, em situações de emergência, as vítimas precisam de apoio não apenas no âmbito material e físico, mas também no âmbito jurídico. Muitas vezes, essas pessoas se encontram em situações de vulnerabilidade e desamparo, e é papel do Estado e da sociedade garantir que seus direitos sejam preservados. A criação de um Plano Nacional de Emergência Jurídica é uma iniciativa louvável da Ordem dos Advogados, que demonstra seu comprometimento com a sociedade e com a defesa dos direitos dos cidadãos. Este plano irá estabelecer diretrizes e medidas a serem adotadas em situações de crise, garantindo que as vítimas tenham acesso à assistência jurídica necessária para proteger seus interesses e garantir a devida reparação pelos danos sofridos. Além disso, a proposta da Ordem dos Advogados também prevê a criação de equipes de advogados voluntários para atuar em situações de emergência, garantindo que as vítimas tenham acesso a um suporte jurídico imediato e eficaz. Esta iniciativa é de extrema importância, pois muitas vezes as vítimas não possuem condições financeiras para arcar com os custos de um processo judicial, e a atuação voluntária dos advogados é fundamental para garantir o acesso à justiça para todos. A Ordem dos Advogados também ressalta a importância da atuação conjunta entre as entidades governamentais e a sociedade civil, incluindo organizações não governamentais e associações de apoio às vítimas. A união de esforços é fundamental para garantir uma assistência efetiva às vítimas em situações de crise, e a Ordem dos Advogados está disposta a colaborar e contribuir com suas competências e conhecimentos para esse propósito. Em tempos difíceis, é fundamental que a sociedade se una em prol do bem comum. A Ordem dos Advogados de Portugal, através desta proposta de criação de um Plano Nacional de Emergência Jurídica, demonstra seu compromisso com a defesa dos direitos dos cidadãos e sua preocupação com o bem-
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